É uma exposição de gravura de Tânia da Graça, que se debruça sobre a ideia de origem, memória e estrutura, articulando uma reflexão interpretativa em torno do legado industrial britânico no Alentejo. Tal como no próprio termo, a matriz aqui é simultaneamente superfície de inscrição e metáfora conceptual: acumula vestígios, resíduos e marcas, assumindo-se como espaço de sedimentação temporal. As obras convocam referências às transformações do século XIX, quando minas, linhas férreas e fábricas alteraram profundamente o território. Organização: Vítor Gomes.
Parceria: DAVD, EArtes; UÉ